Corrupção na Nossa Caixa

02/08/2007 16:50:00

O líder do PT na Assembléia Legislativa de São Paulo deputado Simão Pedro esteve em 02/08, reunido com o presidente do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, Roque Citadini para requisitar realização de uma autoria especial nos contratos e convênios celebrados entre o Banco Nossa Caixa e a Associação Brasileira e bancos Estaduais e Regionais ( Asbace).

Segundo investigações do Ministério Público Federal e a Polícia Civil do Distrito Federal, no período de junho de 1998 a março de 2006, foram firmados um convênio e dez contratos, com dispensa de licitação, que atingem um montante de R$ 752 milhões.
Durante a gestão Covas/ Alckmin de junho de 1998 a abril de 2002, foram firmados um convênio e seis contratos, sem os possíveis aditamentos ocorridos, a Nossa Caixa pagou à Asbace em torno de R$ 12, 7 milhões.

As apurações do MPF constataram que a aliança da Asbace com o Banco de Brasília sub-contratava empresas e associações para prestar serviços e estas vendiam notas fiscais, correspondentes a projetos e serviços não executados.
Foram citadas como integrantes do esquema fraudulento as instituições Fundação Asbace de Ensino e Pesquisa, Instituto Caminhar, Projeto Conviver e Instituto Êxito.
Dirigente da Ong Caminhar afirmaram terem preenchidos, com a ajuda da irmã e do namorado, os questionários da Nossa Caixa para aferir a satisfação da clientela nos depoimentos ao MPF.
Para a realização desses serviços foram pagos R$ 9 milhões aos cofres do banco, que segundo os investigadores custaria nos valores de marcado R$ 300 mil.

Levantamento realizado pela assessoria da Bancada do PT na Alesp, todos os processos foram julgados como regulares pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo.
No ano passado denuncias de irregularidades nas publicidades do Banco levaram o deputado Enio Tatto a protocolar o pedido de CPI da Nossaa Caixa que os tucanos e sua base aliada impediram a instalação.

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