Deputado petista representa Assembleia em Conferência Internacional de Redução de Danos

08/04/2009 13:42:00

Conferência em Bangkok

 

 

O deputado Fausto Figueira embarca na terça-feira, dia 14, rumo a Bangkok, na Tailândia, onde participará como convidado, entre os dias 20 e 23 de abril, da 20ª Conferência Internacional de Redução de Danos. Figueira irá pagar a própria viagem, mas estará como representante oficial da Assembleia Legislativa de São Paulo.

A Conferência de Bangkok terá como tema “Redução de Danos e Direitos Humanos” e reunirá entre 800 e 1000 delegados de todo o mundo, incluindo agentes políticos de alto nível. A participação de parlamentares brasileiros deve-se ao pioneirismo do país no desenvolvimento de programas de controle de Doenças Sexualmente Transmissíveis – DST/Aids.

 “As práticas desenvolvidas nos dois governos do PT em Santos, conduzidas pelo ex-secretário municipal de Saúde e ex-prefeito David Capistrano Filho, tornaram-se referências mundiais”, lembra Figueira.

O evento é promovido pelo Fórum de Parlamentares da Ásia sobre População e Desenvolvimento (AFPPD), em cooperação com o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids – UNAIDS. O convite foi feito pelo professor Gerry Stimson, diretor executivo da Associação Internacional de Redução de Danos.

Figueira é autor da Lei nº 12.258, de 9 de fevereiro de 2006, que dispõe sobre a prevenção, o tratamento e os direitos fundamentais dos usuários de drogas no Estado de São Paulo.

O projeto foi elaborado em colaboração com o médico Fábio Mesquita, responsável pelo primeiro programa municipal de prevenção e combate à Aids de Santos, durante o governo da ex-prefeita Telma de Souza, e que hoje trabalha como funcionário da Organização Mundial de Saúde em Manila, nas Filipinas.

Segundo definição do Ministério da Saúde, a redução de danos, tema da Conferência, é uma estratégia de saúde pública que visa reduzir danos à saúde em conseqüência de práticas de risco. No caso específico do Usuário de Drogas Injetáveis (UDI), objetiva reduzir os danos para aqueles que não podem, não querem ou não conseguem parar de usar drogas injetáveis, e, portanto, compartilham seringas e se expõem à infecção pelo HIV, hepatites e outras doenças de transmissão parenteral.

A Redução de Danos tem sido a política prioritária para o desenvolvimento de ações junto a usuários de drogas desenvolvidas pelas três esferas do governo brasileiro e também por organizações da sociedade civil.

 

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