Encontro internacional de mulheres

05/11/2007 18:42:00

Direitos das Mulheres

 

Encontro internacional de mulheres 

Entre alguns pontos da declaração, se enfatiza que sejam aplicadas as leis internacionais que protegem as mulheres, como a Convenção de Belém do Pará, ou a Cedaw, nos países que a assinaram, que anulem as reservas impostas e que sejam assinadas pelos Estados que ainda não o fizeram.

Além disso, as mulheres exigem o direito de dispor de seus corpos, à identidade e à cidadania plena; denunciam o tráfico de mulheres, a prostituição, a violação, o feminicídio, o uso do corpo das mulheres como instrumento de guerra, a limpeza como mecanismo de controle e a mutilação genital.

O documento final pede também o processo por genocídio em todos os países cometido contra as mulheres presentes e em todas as partes do mundo onde existam desaparições e assassinatos; a prevenção do HIV Aids por parte dos Estados; que se proteja as e os doentes com assistência social, médica e também, com todos os medicamentos que requer o tratamento para que suas vidas sejam salvas; a criação de um tribunal internacional que julgue todos os criminosos  de guerra e genocidas que assassinaram e continuam assassinando a milhões de homens e mulheres. 

As mulheres encerraram o evento com o compromisso de levar todas as metas adiante.

Com informações das Mães da Praça de Maio

O 2º Encontro internacional de Mulheres em Luta terminou ontem (24) e reuniu mulheres de 25 países. Após um intenso intercâmbio de experiências e discussões, as participantes relataram e assinaram um contundente documento que condensa um amplo número de demanda. O documento foi entregue pela manhã ao presidente da Câmara de Deputados da Itália, Fabio Bertinotti.

Entre alguns pontos da declaração, se enfatiza que sejam aplicadas as leis internacionais que protegem as mulheres, como a Convenção de Belém do Pará, ou a Cedaw, nos países que a assinaram, que anulem as reservas impostas e que sejam assinadas pelos Estados que ainda não o fizeram.

Além disso, as mulheres exigem o direito de dispor de seus corpos, à identidade e à cidadania plena; denunciam o tráfico de mulheres, a prostituição, a violação, o feminicídio, o uso do corpo das mulheres como instrumento de guerra, a limpeza como mecanismo de controle e a mutilação genital.

O documento final pede também o processo por genocídio em todos os países cometido contra as mulheres presentes e em todas as partes do mundo onde existam desaparições e assassinatos; a prevenção do HIV Aids por parte dos Estados; que se proteja as e os doentes com assistência social, médica e também, com todos os medicamentos que requer o tratamento para que suas vidas sejam salvas; a criação de um tribunal internacional que julgue todos os criminosos  de guerra e genocidas que assassinaram e continuam assassinando a milhões de homens e mulheres. 

As mulheres encerraram o evento com o compromisso de levar todas as metas adiante.

Com informações das Mães da Praça de Maio

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