Frente em defesa do Iamspe apoia demandas de servidores

27/06/2013

Saúde

A Frente Parlamentar em Defesa do Iamspe, coordenada pelo deputado Marcos Martins, participou da reunião da Comissão Consultiva Mista do Iamspe (CCM) realizada na Assembleia Legislativa nesta quinta-feira (27/6), e reiterou apoio às demandas apresentadas pela CCM. Martins manifestou preocupação com as notícias da reforma do Hospital do Servidor, a desativação de leitos e do serviço de queimados, bem como da proposta de Parceria Público Privada para a gestão do Iamspe.

O parlamentar declarou que o hospital é um patrimônio construído pelos servidores, que deve ser preservado, mas pelo fato de estar localizado em uma área valorizada, há interesses privados, por conta dessa especulação imobiliária, na desativação daquele prédio.

Sylvio Micelli, presidente da CCM, afirmou que realiza um trabalho continuado. Segundo o presidente, a Comissão existe há 30 anos e realiza anualmente duas reuniões na Assembleia Legislativa a fim de influenciar na Lei de Diretrizes Orçamentária e na própria Lei Orçamentária. Micelli reivindica uma contribuição paritária. “Os servidores contribuem com R$ 500 milhões, mas o governo com apenas R$ 100 milhões”, declarou, afirmando que o valor requerido ao governo equivale a 0,38% da receita prevista pelo governo.

Críticas

A formação médica do governador Alckmin também foi lembrada pelo deputado Adriano Diogo, reclamando que apesar dessa formação, pouco faz em prol da saúde no Estado. “O Hospital do Servidor já foi comparado ao HC, e atualmente está desgastado”, declarou. Outra crítica do parlamentar foi em relação às gestões das OSS (Organizações Sociais de Saúde – modelo de parceria adotado pelo governo do Estado de São Paulo para a gestão de unidades de saúde).

Vários servidores públicos foram à tribuna para reforçar as demandas apresentadas. Luis da Silva Filho, da região de Presidente Prudente, declarou que se não houver aporte de R$ 500 mil por parte do governo à santa casa daquela cidade, 54 cidades ficarão sem atendimento, pois a entidade está próxima de um colapso.

*com informações da Agência Alesp

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