População da Capital discute Orçamento do Estado para 2008

26/11/2007 16:31:00

ORÇAMENTO 2008

 

Nesta terça-feira (27/11), às 14h30, na Assembléia Legislativa de São Paulo será realizada a vigésima e última audiência pública para discussão do Orçamento estadual para o ano de 2008.

O Projeto de Orçamento, apresentado pelo governador está estimado em R$ 95 bilhões e foi discutido durante os meses de outubro e novembro em audiências públicas realizadas em 19 municípios sedes das regiões administrativas do Estado.

O processo de debate e participação da sociedade na definição das prioridades regionais é fruto da iniciativa dos deputados petistas, que defendem a necessidade de uma política pública de desenvolvimento regional que reduza as diferenças sociais e econômicas no Estado.

Para o líder da Bancada, Simão Pedro afirma que “nas audiências os deputados recolhem da sociedade paulista e seus vários segmentos sugestões e demandas das prioridades da população para que se democratize as discussões sobre os investimentos do Orçamento do Estado de São Paulo. A sociedade tem que decidir como e onde investir os recursos do Estado”.

Nas audiências do orçamento, os deputados petistas têm feito uma análise dos números orçamentários, a redução dos investimentos e lamentam que as demandas apresentadas pela população  sofreram cortes pelo Executivo estadual. Eles explicam que o governador enviou a proposta de orçamento estimado em R$ 95 bilhões, mas com o impressionante excesso de arrecadação o orçamento deverá ficar entre R$ 102 bilhões e R$ 105 bilhões. “Com isso o governador terá de sete a oito bilhões para usar como quiser”, salienta Simão Pedro.

Entre as principais propostas do PT está o compromisso de assegurar 32% do ICMS para investimento na área de educação, sendo 10% para as universidades, 1% para o Centro Paulo Souza; a garantia da aplicação dos 12% dos investimentos para a saúde, sem a inclusão de gastos com outros elementos que não sejam o atendimento à população; e o orçamento regionalizado, no qual cada região escolherá três prioridades para que os recursos sejam concentrados nas demandas apresentadas pela comunidade local.

 

 

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