População de São José do Rio Preto apresenta pauta de reivindicações

08/11/2007 19:02:00

Orçamento 2008

 

 

A Comissão de Finanças e Orçamento da Assembléia Legislativa esteve em08/11, em São José do Rio Preto e a bancada petista foi representada por Enio Tatto, integrante da Comissão.

 

Enio Tatto apontou o quanto o Orçamento Estadual é irreal, subestimado e apresentou dados de que até agosto deste ano foram arrecadados R$ 6,2 bilhões a mais do que o previsto no Orçamento de 2007.  “ A projeção de R$ 95 bilhões é fictícia a estimativa é arrecadar mais de R$ 103 bilhões.”

 

A seguir o deputado enumerou as demandas de recursos por área.

 

 

Na saúde

 

Deveria haver correção do orçamento.  Enquanto este cresceu 12%, o orçamento da saúde cresceu apenas 6,5%.  

 

O governo não deve colocar despesas que não são da área da saúde, como Viva Leite, alimentação de presos e pagamento das pensões e aposentadorias no orçamento da Saúde.  Com a Emenda 29 aprovadas pela Câmara Federal o deputado espera que isso seja corrigido, pois a Emenda estabelecerá o que deve entrar no orçamento da Saúde.  Isso significará possivelmente mais R$ 695 milhões para o setor. Dessa forma é preciso retirar os penduricalhos da área.

 

 

Na Educação

 

Folha de pagamento reduziu de 41,66% em 2007 para 37% no orçamento

 

Isso significa arrocho salarial

 

Não haverá aumento salarial se não corrigir o orçamento

 

Os representantes da entidade classe Udemo e do Centro Paula Souza, disseram que os trabalhadores têm mendigado salários, denunciaram a alta de abertura de diálogo e negociação por parte do governador José Serra e por fim afirmaram que a  inauguração de novas Escolas Técnicas e Fatecs, realizada no ano passado pelo então governador Alckmin, não é acompanhada de mais verbas, o que reduz proporcionalmente o orçamento e compromete a qualidade das escolas.

 

 

 

 

Funcionalismo

 

Na Audiência ocorrida esta semana na Assembléia o secretário Sidney Beraldo não colocou perspectiva positiva Estado deve colocar a sua parte. Mas o governo só investe em terceirização

 

“Chamar isso de choque de gestão não é correto, em minha opinião, toda vez que reduz o pagamento dos funcionários públicos, a população é quem é prejudicada”, destacou Tatto.

 

 

Representante da Afuse fizeram críticas ao baixo investimento na educação, saúde e segurança pública.Os funcionários cobraram a realização de concurso público para a área administrativa, reposição salarial de 78% e respeito à data-base do funcionalismo, além de investimento na ronda escolar. Já os funcionários da Apampesp citaram os seus direitos perdidos, fim da política de gratificação respeito pela data base, assim como o pagamento dos precatórios.

 

 

 

 

 

 

 

 

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