População vai às ruas pelo fim da violência

10/06/2013

Insegurança pública

A insatisfação da população paulista com a segurança pública no Estado já se reflete nos índices de aprovação do governador Geraldo Alckmin. Na capital e municípios vizinhos, onde a onda de violência alcançou grandes proporções nos últimos meses, Alckmin enfrenta problemas.

No último domingo (9/6), cerca de 500 pessoas se reuniram no Alto de Pinheiro (bairro nobre da capital) com mensagens pedindo segurança e deram um abraço simbólico em uma praça para pedir atenção das autoridades.

No meio do grupo, familiares e amigos da dentista Cinthya Moutinho, queimada viva em abril durante assalto ao seu consultório em São Bernardo do Campo.
Alunas do colégio Sion, de Higienópolis, ainda leram um texto para lembrar a morte de Eduardo Paiva, funcionário do colégio assassinado em um assalto na calçada da escola, na semana passada.

Um dos idealizadores do ato, o representante comercial Décio Galiano Júnior, amigo do dentista Alexandre Gaddy, queimado em seu consultório em maio, lembrou casos de violência dos últimos dias na cerimônia.

O ponto alto da discussão ocorreu quando a estudante Mariana Pires, de apenas 14 anos, leu um texto dela.

“Não é dessa maneira que eu quero ter uma vida. Pode ser que hoje eu não perceba isso, mas daqui a uns anos, quando eu entrar em uma faculdade, talvez começar a trabalhar, eu não quero ser uma pessoa que carrega medo”, diz um trecho da mensagem.

Com informações do jornal Folha de S. Paulo

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