PT quer impedir que base governista continue com o ritmo lento nos trabalhos da Assembleia

01/08/2011 15:12:00

Novo ritmo

 

Para evitar que a base governista continue a  imprimir um ritmo lento nas votações e na rotina da Assembleia, a Bancada do PT irá se reunir ainda esta semana para definir uma estratégia de ação. Com o objetivo de pressionar mais o Palácio dos Bandeirantes, os petistas pretendem cobrar explicações sobre os seguidos problemas nos setores elétrico e de saneamento e, também, mais agilidade nos investimentos.

Descontente com o veto do governador Geraldo Alckmin a regionalização do orçamento paulista – aprovada, por unanimidade, junto com a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2012 no final de junho e vetada durante o recesso, o líder da Bancada do PT, Ênio Tatto, afirma que a oposição irá cobrar explicações sobre as representações protocoladas no Ministério Público Estadual pelo líder da “Minoria”(bloco de oposição na casa), João Paulo Rillo e pelo vice-líder da Bancada, Luiz Claudio Marcolino.

Os documentos pedem explicações sobre possíveis irregularidades em contratos da Sabesp com empresas de ex-diretores.

Após o recesso parlamentar, os 94 deputados estaduais voltaram ao trabalho na Assembleia Legislativa paulista, nesta segunda-feira (1/8). Eles terão pela frente um segundo semestre no mínimo mais movimentado que o anterior – quando singelos 57 projetos foram votados.

Os petistas não querem perder tempo e pretendem, neste semestre, apostar na formação de alianças como forma de aumentar a base oposicionista na Assembleia. “Muita gente vai começar a se preocupar com alianças, nós queremos aproveitar para  fortalecer a base”, explica Enio Tatto.

CPI e vetos

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Energia, o veto do governador Geraldo Alckmin à regionalização do orçamento, guerra fiscal e o aumento do salários dos policiais prometem esquentar as discussões no Plenário Juscelino Kubitschek.

*com informações do Jornal da Tarde – 1/8/2011

 

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