Trens defeituosos provoca superlotação nas estações paulistanas

15/08/2013

Panes diárias

Além de enfrentar o frio e o vento gelado, muitos moradores de São Paulo que dependem do transporte público tiveram dificuldades nesta quinta-feira (15/8), pela manhã, para chegar a seus destinos. As paralisações momentâneas e a lentidão na circulação dos trens do Metrô e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) deixaram as estações superlotadas.

Segundo a assessoria de imprensa do Metrô, duas linhas, ainda no final da manhã, operavam com maior intervalo de tempo entre um trem e outro: a 2-verde, que liga a Vila Prudente à Vila Madalena, e a 3-vermelha, entre Itaquera e a Barra Funda.

Mais cedo, às 8h03, um dos trens da Linha 1-azul, entre Tucuruvi e Jabaquara, precisou ser trocado, o que foi feito, segundo o Metrô, em torno de 30 minutos, implicando acúmulo de passageiros nos embarques de todo o ramal. Essa troca ocorreu porque a porta de uma das composições não fechava e, por medida de cautela, a companhia esvaziou o trem, que seguiu para manutenção.

Já na CPTM, o problema de superlotação e maior demora para os embarques foi motivado pela pane em um trem na estação Tatuapé, da Linha 11-Coral, na ligação de Guaianazes à Estação da Luz. Isso ocorreu por volta das 8h30, horário em que é grande o número de pessoas que usam esse meio de transporte para chegar ao trabalho.

Panes

Praticamente todos os dias os paulistanos sofrem com os transtornos causados pelas panes no sistema de trens, seja no Metrô, seja na CPTM – Companhia Paulista de Trens Metropolitanos.

O número de panes do Metrô de São Paulo aumentou nos últimos anos. Os casos que provocam paralisação por mais de cinco minutos saltaram de 28, em 2010, para 66, em 2012. Na CPTM, os casos mais graves caíram foram 28 em 2012.

Cartel da Corrupção Tucano

O esquema do Cartel da Corrupção Tucano, denunciado desde 2008 pela Bancada dos deputados do PT e que recentemente veio à tona, envolve 325 contratos, firmados entre 1999 e 2013, que totalizam R$ 30 bilhões. Se for considerado que o percentual de propina pago atingiu em média 30% nos valores dos contratos, a corrupção nos governos tucanos pode ser alcançado R$ 9 bilhões.

OS R$ 9 BILHÕES EM PROPINAS DARIAM PARA CONSTRUIR 20 KM DE METRÔ OU QUATRO ANOS DE TARIFA LIVRE NO METRÔ OU NA CPTM.

*com informações da Agência Brasil, Folha de S. Paulo e PT Alesp

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