Vítima de balas de borracha em manifestação na Assembleia registrou B.O.

16/08/2013

Violência policial

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A professora Ednalva Silva Franco, 40 anos, que participou da manifestação, em prol da instalação da CPI do Cartel da Corrupção Tucano, ocorrida em frente a Assembleia Legislativa de São Paulo na última quarta-feira (14/8), registrou Boletim de Ocorrência. Ela foi vítima de três tiros de balas de borracha a queima roupa disparados pela Tropa de Choque da Polícia Militar, que provocaram ferimentos no braço esquerdo, coxa direita e na perna direita, de onde foram retiradas duas balas que ficaram alojadas próximas ao joelho.

Além de Ednalva, outras cinco pessoas foram atingidas pelos disparos: Severina Gomes do Amaral (atingida no supercílio esquerdo); Gilson Sofia de França , Manoel Otaviano da Silva, Miriam Hermógenes dos Santos e Osvaldo da Silva Bezerra.

Promessa de Alckmin não é cumprida

Em junho, quando a PM paulista repremiu violentamente com uso de balas de borrachas a série de manifestações que ocorriam no Estado, o governador Geraldo Alckmin afirmou que a polícia não mais usaria do expediente para conter protestos.

No entanto, a promessa do governador não foi cumprida como pode ser constatado no último dia 14.

Ednalva, que também é da direção estadual da Central de Movimentos Populares, registrou o B.O., no início da noite desta quinta-feira (15/8), na dependência da Assessoria da Polícia Civil na Assembleia Legislativa de São Paulo.

Leia, em anexo, a íntegra do B.O e a nota de repúdio da Central de Movimentos Populares – CMP-SP.

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