Desabrigados da favela do cimento continuam vivendo em condições insalubres

Na manhã de terça (26), a deputada Beth Sahão foi ao galpão onde estão as pessoas que ficaram desabrigadas depois do incêndio que destruiu, no sábado (23), as instalações da Favela do Cimento, na beira da Radial Leste, altura da Mooca.

Cerca de 200 pessoas ficaram desalojadas e se instalaram no galpão localizado no mesmo bairro, na Rua Hipódramo. Entre elas há grávidas, crianças, idosos e cachorros, sobrevivendo como podem sob o mesmo teto precário do galpão. Muito lixo no chão e faltas – de colchões, alimentos, cobertores – formam o ambiente devastador em que essas pessoas se encontram.

A deputada apontou para a maior necessidade dessas pessoas: moradia digna. Mas no momento, e com urgência, elas precisam de insumos de primeira necessidade, como gás, leite, cobertor e comida.

Doações são aceitas diretamente no local: Rua Hipódromo, 1000. Ou no Centro Social Nossa Senhora do Bom Parto, na Rua Sapucaia, 413 – Alto da Mooca – SP.

Instituições precisam trabalhar para amenizar a situação dos vitimados

“Eles não sabem nem até quando poderão ficar aqui, perderam documentos. Sugeri fazer uma equipe de coordenação para poder dialogar com diferentes áreas dos governos municipal e estadual, com a Defensoria, Ministério Público e OAB”, disse a deputada Beth Sahão durante averiguações no galpão da Mooca.

 

Como interferir?

Nesta quarta (27/3), haverá reunião às 17h, na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), para discutir como interferir na situação a favor dessas pessoas que ficaram desabrigadas.
Endereço: Praça da Sé, 381 – auditório 2º andar

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