DESMONTES QUE AFRONTAM AS MULHERES
DESMONTES QUE AFRONTAM AS MULHERES

O ato de lançamento do Núcleo de Acompanhamento de Políticas Públicas para as Mulheres reuniu, nesta sexa-feira, 9/5, além da deputada Beth Sahão, a ex-ministra Eleonora Menicucci; a deputada federal Gleisi Hoffman, presidente do PT; Luka Franco, do PSOL; Anne Karolyne, secretária Nacional de Mulheres do PT; Junéia Batista, secretária da Mulher Trabalhadora, da CUT; deputada Professora Bebel; Maria Clara, representando a deputada Erica Malunguinho, do PSOL; Ellen, representando a deputada Márcia Lia, e Rozina Conceição, do mandado da deputada Leci Brandão, do PCdoB.

O governo Bolsonaro vem promovendo uma verdadeira destruição das políticas públicas do país, o que tem ataca frontalmente os direitos das mulheres. As políticas públicas de garantias de direitos foram conquistas de muita luta dos movimentos sociais e feministas e o acompanhamento e registro do que está sendo feito delas são necessários inclusive para combater esses ataques. Com essa avaliação, o Núcleo de Acompanhamento de Políticas Públicas para as Mulheres (NAPP Mulheres) constituiu-se com a participação de mulheres que representam os diversos campos da luta democrática e elaborou um relatório do que foi feito nos primeiros cem dias do governo Bolsonaro.

Um pouco desse trabalho foi apresentado no ato realizado nesta sexta-feira, 9/5, na Assembleia Legislativa, com a iniciativa da deputada Beth Sahão de trazer para a Assembleia Legislativa de São Paulo o debate proposto pelo NAPP Mulheres.

A análise focou cinco áreas: democracia e direitos humanos, enfrentamento das violências, educação, saúde e trabalho e previdência. O NAPP Mulheres buscou tratar das situações e das políticas para as mulheres em toda a sua diversidade, com ênfase para gerações, identidade de gênero, orientação sexual, raça, etnia, classe social, procedência e status migratório, entre outros marcadores sociais de diferença.

Feminismo necessário

A presidenta do PT, deputada Gleisi Hoffman, considerou a importância das mulheres unidas e organizadas e afirmou que nunca o feminismo foi tão necessário. “O desemprego e a fome voltando pro país. Mulheres com seus bebês pedindo um quilo de alimento na porta dos supermercados. A volta da inflação, o fim da valorização do salário mínimo, e de tudo aquilo que se construiu a partir da Constituição Cidadã de 1988 e dos governos do presidente Lula e da presidenta Dilma. E a destruição começou com o golpe, com Temer e agora se consolida com Bolsonaro. Portanto, nunca o feminismo foi tão necessário, o feminismo que todas defendemos que representa todos os que são perseguidos e subjugados”.

 

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