O METRÔ PARA QUEM MAIS PRECISA
O METRÔ PARA QUEM MAIS PRECISA

A terceira audiência pública “Metrô Jardim Ângela Já” aconteceu na noite da sexta-feira, 31/5, com mais 700 pessoas lotando o grande salão paroquial da Igreja Santos Mártires, na zona sul da cidade de São Paulo. “Quem mais precisa do transporte coletivo com grande capacidade, que é o metrô, é a população das áreas mais periféricas da cidade”, disse o deputado Enio Tatto.

O parlamentar petista está junto com a população nesta luta há muitos anos. “A linha 5- Lilás do Metrô começou a ser construída em 2008, mas o projeto original, até a Estação Chácara Klabin, só foi concluído neste ano de 2019. E agora é a hora de fazer uma grande luta para fazer o metrô chegar onde as pessoas mais precisam, trazer um transporte de qualidade para o fundão da zona sul, os bairros do Jardim Ângela, Menininha”, explicou Tatto.

Segundo o deputado, o metrô Jardim Ângela vai beneficiar não apenas os paulistanos, mas também os moradores de Itapecerica da Serra, de Embu Guaçu. Com a construção das três novas estações reivindicadas, Comendador Sant’Ana, Jardim Ângela e  M’Boi Mirim, mais de um milhão de pessoas serão, enfim, atendidas por um transporte pública de maior qualidade.

Por essas razões, a população atendeu ao chamamento para a audiência, lotando o salão paroquial.

A luta tem o apoio parlamentares, líderes comunitários e religiosos. Além de várias entidades locais, reuniram-se na audiência e o padre Jaime e também os deputados federais do PT Nilto Tatto e Rui Falcão, os vereadores petistas Jair Tatto e Reis.

Para Enio Tatto, esse é o momento certo de fortalecer essa mobilização, já que foi superada a etapa da necessária licença ambiental para a construção. É preciso agora cobrar do governador Doria a promessa feita em campanha e pressionar o Estado para que se retomem as obras do metrô na região e sejam entregue as três estações.

“Há pessoas que levantam, muitas vezes às 4 horas da manhã para sair para o trabalho. Há aquelas pessoas que chegam em casa às sete, oito horas da noite, voltando do trabalho. É essa população que mais precisa do metrô, por isso a nossa luta”, concluiu Enio Tatto.

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