PT pede DHPP na investigação do assassinato de Zezinho
PT pede DHPP na investigação do assassinato de Zezinho

Deputadas e deputados do PT na Assembleia Legislativa de São Paulo encaminharam ao delegado-geral de Polícia do Estado, Osvaldo Nico Gonçalves, pedido para que a investigação das circunstâncias da morte de Reginaldo Camilo dos Santos, o ex-vereador Zezinho, da cidade de Jandira, seja conduzida pelo Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP).

 Zezinho tinha 51 anos e foi vereador pelo PT por três mandatos no município de Jandira, na região metropolitana de São Paulo. Ele morreu depois de ser atingido por dois tiros, disparados por ocupante de um automóvel que o surpreendeu quando ele saía da casa de um amigo que acabara de visitar, na rua Francisco Tomás da Silva, no bairro Jardim Gabriela, em Jandira. O crime aconteceu por volta das 17h25 da sexta-feira, 28/10.

O ofício encaminhado ao delegado Osvaldo Nico Gonçalves, pela líder Márcia Lia, e assinado pelo conjunto de parlamentares do PT na Assembleia Legislativa de São Paulo, alega que o crime teve características de execução, sem que a vítima tivesse qualquer possibilidade de resistência, e aponta indícios de crime político, o que impõe que a condução da investigação seja feita pelo DHPP.

“Assim como toda a nossa bancada, estou pessoalmente empenhado na morte do companheiro Zezinho, que sempre foi um grande amigo e parceiro na região de Jandira, um lutador pela qualidade de vida das pessoas”, declarou o deputado Maurici.  “Recentemente, estivemos juntos e a notícia de sua morte foi para mim devastadora. Evidente que foi um crime de mando, muito provavelmente por motivação política. Zezinho era uma liderança do PT e, em tempos tão sombrios, em que a violência tem tomado contornos exacerbados e antidemocráticos, é essencial que a investigação do crime seja feita pelo DHPP”, completou.

Para o deputado Emidio de Souza, “a morte de maneira brutal do companheiro Zezinho precisa de uma célere e independente investigação”. Segundo o petista, as conotações políticas do crime requerem investigação isenta para que justiça seja feita e os assassinos e mandantes punidos.

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